quarta-feira, 13 de maio de 2026

MEU REENCONTRO COM JACIRA! (Clique e leia)

Antonio Nunes de Souza*

Dia chuvoso, temperatura baixa e já escurecendo no final da tarde. Tempo que, certamente, teremos uma noite de sábado calma e tranquila embaixo do nosso querido edredom.

Mas, como somos passivos de variações inesperadas, recebi uma ligação de Jacira, amiga de velhos tempos de infância, dizendo que estava em Salvador, e em função do friozinho, adoraria comer um fundi e tomar um gostoso vinho tinto. Perguntando em seguida se eu poderia dar esse prazer para ela, em função da nossa antiga e feliz amizade.

Eu solteiro, cheio de vida, receber uma proposta dessa de uma mulher bonita, claro que aceitei de imediato, perguntando apenas que horas poderia pega-la e em que horário. E ela, prontamente passou as coordenadas, ficando eu de preparar-me e partir para uma noite diferente da que eu esperava!

Horário previsto, todo arrumadinho e perfumado, cheguei na Barra Avenida, toquei a campainha do AP, me identifiquei, ouvindo uma voz dizendo que aguardasse um momento que estaremos descendo. Estaremos? Estranhei esse estaremos, já que contava somente com a presença de Jacira.

Cinco minutos depois, desce Jacira acompanhada com uma moça tesudíssima, tanto quanto ela, ambas com roupas de inferno relativos ao tempo, porém, podia-se ver claramente os formatos sensuais dos seus lindos corpos. Porém, provavelmente não rolaria nada a não ser eu em vez de fundi, me foder com uma conta acima do que previa. Mas, como dizem no popular: “Já que está dentro, relaxe e goze!”

Ela me apresentou Dora, trocamos beijinhos na face, deu um grande abraço em Jacira, estramos no carro e seguimos para o Restaurante La France, que é especializado nessa adorável e gostosa iguaria. Conversamos bastante no caminho, elas disseram que estavam cursando direito já no último semestre, e aproveitaram o feriadão para curtir Salvador, e estando aqui, nada melhor que se reencontrar com um amigo querido. Isso encheu meu ego, mas, no fundo imaginei que essas sacanas, estavam era atrás de um babaca para pagar um bom jantar.

Chegamos, entramos recebidos pelo Maitre, que nos levou para uma mesa privilegiada, bem em frente a uma pequena pista de dança, onde um pianista tocava musicas românticas e uns poucos casais dançavam.

Fizemos os pedidos, inclusive um vinho de boa safra sugerido pelo Maitre, que em seguida nos serviu uma travessa com diversos tipos de queijos, Camembert, Roquefort, etc., para degustarmos enquanto seria preparado nosso delicioso fundi. Depois de alguns papos e taças de vinho, tocou a música I Love Paris que gosto muito, então chamei Jacira para dançar. Dançamos alguns minutos e ela sugeriu que parecemos e eu fosse dançar um pouco com Dora. Obedeci pegando Dora pela cintura, levando-a ao salão, Não sei se de proposito, agarradinhos ela se esfregava em mim de tal forma, que não me contive ficando excitado, logicamente ela sentindo, mais se esfregava como se estivesse massageando algo que estava dando-lhe satisfação. Lógico que adorei e prolonguei a dança, já que estava ótima e gostosa. E a partir daí, passei a sempre trocar de parceira, e curiosamente, Jacira também passou a ser mais lasciva, encostando em mim, e com o rosto colado ao meu, tanto quanto seu lindo corpo. A essa altura eu estava feliz e adorando, já que ambas estavam afim de alguma sacanagem. Tramei logo que ficaria com uma essa noite e no dia seguinte convidaria somente a outra.

Jantamos fartamente, bebemos mais duas garrafas de vinho, e a meia noite, ainda preocupado como me livraria de uma delas, entramos no carro, seguindo, e eu na mente arquitetando o que dizer para que uma delas fosse para meu apartamento. Como não veio nada especial na mente, eu falei para Jacira que depois que deixássemos Dora, gostaria que ela fosse ao meu apartamento para mostrar-lhe algumas fotos do tempo da nossa juventude. Aí aconteceu o inesperado, pois, Dora imediatamente se ofereceu para ir também que ela adoraria. Pensei logo: Fodeu tudo, Vou terminar no 0X0. Mas, como eu poderia dizer que não. Saltamos, eu já meio puto, subimos para o quarto andar, entramos, fui buscar meu álbum de fotos, também abri uma garrafa de vinho, coloquei uma música, e enquanto bebíamos e olhávamos as fotos, começamos a dançar na sala, desta feita hora com uma, hora com a outra e logo em seguida já estávamos os três agarradinhos aos beijos e abraços, alisamentos e esfregações, deixando-me numa puta alegria e cheio de felicidades. Começamos a tirar nossas roupas, apagamos a luz da sala, deixando a do corredor, para que o ambiente ficasse uma penumbra, e a sacanagem corresse solta. E foi o que aconteceu. Enquanto beijava e masturbava uma a outra me fazia um boquete, eu bastante surpreso com o resultado inesperado, transava com uma e em seguida com a outra, sempre nessas horas a outra ficava se esfregando em mim, também sentido prazer e satisfação. Dora virou sua linda bundinha para mim, que não me fiz de rogado, enfiando meu caceto todinho, enquanto ela gemia de prazer com Jacira lambendo docemente sua vagina, Posso dizer que fodemos para ninguém botar defeito, pois esse “ménage a troir” foi maravilhoso, não sei se para elas foi a primeira vez, pois, para mim foi. Já beirando as quatro da matina, tomamos um banho, nos vestimos e eu fui leva-las para casa, já marcando uma noitada para comer uma moqueca de peixe com camarão, logicamente, para depois comemorarmos nosso maravilhoso reencontro com Jacira, que, generosamente, trouxe a adorável Dora!

Pra vocês verem que as boas coisas sempre acontecem inesperadamente. Nunca diga que o dia está péssimo, pois, as coisas podem mudar vertiginosamente!

*Escritor, Historiador, Cronista, Poeta e um dos membros fundadores da Academia Grapiúna de Letras!

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