Antonio Nunes de Souza*
Foi pela displicência de Alberto e
Regina, que muitas vezes se deixavam ser vistos pela filhota Tereza fazendo
sexo, que, infelizmente, fez de Tereza uma mulher completamente fora dos
padrões sociais determinados, chegando a situações completamente incríveis e
jamais imaginadas.
Já aos cinco anos no jardim
infantil, ela, tranquilamente, chamara os coleguinhas para os lugares escondidos
e chupava os pintos dos meninos, sempre dizendo que fazia porque a mãe dela
fazia com seu pai, e eles ficavam bem alegres. Os meninos, na inocência nada
entendiam, porém, seus pintos ficavam duros e eles, mesmo sem sentir orgasmos,
achavam legal, tornando-se uma grande disputa nos recreios, em quem Tereza ia
dar uma chupada. E ela ficava vaidosíssima pelo grande prestígio que turma dava
para a ela.
Isso aconteceu até o dia que a
professora, indo ao fundo da escola ver algo e, assustadíssima, encontrou Tereza
com a boca na botija, ou melhor, na rolinha de um dos meninos, e prontamente
deu o maior esporro nos dois, ficando ambos chorando. O menino que os homens
são mais sagazes, percebeu que estava fazendo algo errado, porém, Tereza
chorava sem entender a razão da bronca, já que achava que estava fazendo algo,
que sua mãe fazia sempre com seu pai e eles achavam legal.
O fato foi levado aos pais pela
diretoria da escola, que envergonhados, colocaram Tereza em outra escola, deram
conselhos para ela, porém, ela não falou que fazia porque via eles fazerem, e
nem ela disse para a professora na escola. Imaginou-se que era uma loucura da
sua cabeça, ou os meninos que meteram isso na mente dela. Mas, com o tempo,
viram que estavam totalmente errados.
O tempo foi passando, já no curso
primário ela continuou dando suas chupadinhas, porém, com maiores cuidados, e
com doze anos, aumentou o seu cardápio de sacanagens, batendo gloriosas
punhetas nos meninos maiores em troca de merendas, e até ganhando algum
dinheiro a mais para deixar botar nas coxas. Percebe-se que Tereza já estava
bastante viciada na putaria, que com certeza, não pararia no meio do caminho.
Quando ela terminou o secundário,
fez vestibular para enfermagem, passou e aí a coisa infernizou, já que na
universidade, todos maiores de dezoito anos, as sacanagens são mais avançadas.
Mas, pensam que Tereza se assustou? Qualé mano!
Ela adorou tanto que passou a
transar verdadeiramente com colegas, médicos e eventuais namorados, e não só
passou a aprender as diversas e variadas posições, como também, sempre procurava
fazer algo novo, mesmo que os parceiros estranhassem, porém, gostavam.
Já no terceiro semestre, ela
completamente enraizada na área sexual, achou por bem deixar a faculdade, e como
era uma mulher bonita, tornar-se uma garota de programa Vip, que ganharia bem e
não precisaria de empregos, cumprir horários e enfrentar patrões chatos.
Lógico que passou a se dar muito
bem, faturar, principalmente, com clientes coroas, que geralmente tem grana, são
educados, e discretos por serem casados. Aí nessa vida ela demorou alguns anos,
ganhou dinheiro suficiente para comprar um apartamento muito bom, ter seu
carro, e ainda uma boa reserva bancária, já que ela sabia muito bem administrar
a sua vida pensando no futuro, pois, sabia também que a beleza e o corpo, com o
tempo envelhece.
Hoje Tereza está aposentada, e
com seus conhecimentos adquiridos nos cursos que fez, mesmo não terminando a
faculdade, dedicou-se a escrever crônicas para revistas eróticas femininas, que
além de preencher o seu tempo, ainda ganha uma graninha extra. No momento ela
está pensando em escrever um livro sobre a sua vida, porém, quer que seja
publicado somente depois da sua morte.
Parece que não tem influência,
transar algumas vezes com os filhos na cama dormindo, coisa que acontece sempre
eles virem a noite para a cama dos pais, isso pode causar problemas, assim como
causou com ela. E, curiosamente, conheço outros casos de mulheres, iguais ao da
nossa querida e transloucada Tereza. Vale a pena ter esses cuidados!
*Escritor, Historiador, Cronista,
Poeta e um dos membros fundadores da Academia Grapiúna de letras!
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