Antonio Nunes de Souza!
Verdade Brother! Essa solenidade
do passado passou de regra geral a ser uma raríssima exceção, que somente as
famílias saudosistas do tempo de Antão, ainda exigem que suas queridas filhas
se vistam de branco (que é o antigo sinal de virgindade) e caminhem para o
altar, como se fossem verdadeiras virgens intocadas, quando na verdade, elas já
conheceram vários homens diferentes nos agradáveis namoros, desde quando
despontaram suas juventudes!
Foder meus amigos, há muitas
décadas deixou de ser uma coisa assombrosa ou escandalosa, passando a ser
deliciosa e prazerosa, que deve ser praticada sempre que possível ou
oportunidade surja, pois, desprezar tal ato, com certeza absoluta é coisa de
idiota ou débil mental. As tolas vezes que você age desta forma, deixou para
trás um ou vários orgasmos e momentos prazerosos, que, infelizmente, jamais
serão recuperados. É muito mais agradável e feliz relembrar que fodeu muito,
até além da conta, que ter a triste lembrança que deixou de foder com alguns ou
algumas, apenas por vacilo ou tola moralidade!
Atualmente a regra geral é de uma
simplicidade encantadora: você conhece o homem ou mulher já com beijinhos na
face, sai para um rolê qualquer, normalmente no fim da jornada já “fica” que
significa transa, se foi legal voltam a se encontrar como namorados, e aí
continuam transando de boa. E se tiverem afim, com algum tempo combinam juntar
os panos de bunda, e passam a morar juntos, até que os tesões acabem e os
separem. Essa liberalidade é uma maravilha quando não existe engravidamentos,
pois, quando isso acontece, torna-se um “Fodevour de Cartulier”, pois complica
tudo e a criança sempre é sacrificada, e um dos dois tem que ficar com a batata
quente na mão, complicando o desenvolvimento de sua vida. Esse fato,
infelizmente, acontece bastante, sempre sobrando na bunda dos pais, ou da pobre
mãe, que também foi sofredora desse terrível ritual de “mãe solo na juventude!”
Temos que admitir que a cerimônia
do casamento é bonita e, normalmente, quando não é somente por interesses
financeiros e sociais, sente-se no ar um bonito clima de amor e felicidade nos
nubentes e seus familiares. Mas, além dos putos custos, não vale mais a pena,
você querer que seus filhos se casem com festividades, gastar uma nota preta,
pois, conforme as estatísticas, os divórcios estão acontecendo, muitas vezes
com menos de dois anos de união!
Como sou da antiga, meu casamento
teve as porras todas, festa na véspera com a cerimônia do Civil, e festa de
arromba no dia seguinte com o ato religioso na Igreja. Depois uma Lua de Mel de
45 dias, saindo de carro de Itabuna indo para Minas, Rio de Janeiro, S. Paulo,
Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Uruguai e Argentina, Rodamos 11.500
Quilômetros!
Celebrações pra ninguém botar
defeito. Mas, tem um detalhe importante como compensação, foi que vivemos
juntos 50 anos, somente quando fizemos Bodas de Ouro, filhos criados e adultos,
resolvemos nos divorciar para que cada um cuidasse da sua velhice, sem que um
encha o saco o outro. Mesmo separados somos ótimos amigos, e moramos há 100
metros de distância e nos vemos sempre e até saímos e jantamos juntos
eventualmente. Coisa rara, mas, acontece. Isso chama-se civilidade!
Pense e reflita, se deve casar ou
morar juntos. Eis a questão!
*Escritor, Historiador, Cronista,
Poeta e um dos Membros fundadores da Academia Grapiúna de Letras!
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