terça-feira, 27 de janeiro de 2026

CASAR? QUALÉ MERMÃO! (Clique e leia)

 

Antonio Nunes de Souza!

Verdade Brother! Essa solenidade do passado passou de regra geral a ser uma raríssima exceção, que somente as famílias saudosistas do tempo de Antão, ainda exigem que suas queridas filhas se vistam de branco (que é o antigo sinal de virgindade) e caminhem para o altar, como se fossem verdadeiras virgens intocadas, quando na verdade, elas já conheceram vários homens diferentes nos agradáveis namoros, desde quando despontaram suas juventudes!

Foder meus amigos, há muitas décadas deixou de ser uma coisa assombrosa ou escandalosa, passando a ser deliciosa e prazerosa, que deve ser praticada sempre que possível ou oportunidade surja, pois, desprezar tal ato, com certeza absoluta é coisa de idiota ou débil mental. As tolas vezes que você age desta forma, deixou para trás um ou vários orgasmos e momentos prazerosos, que, infelizmente, jamais serão recuperados. É muito mais agradável e feliz relembrar que fodeu muito, até além da conta, que ter a triste lembrança que deixou de foder com alguns ou algumas, apenas por vacilo ou tola moralidade!

Atualmente a regra geral é de uma simplicidade encantadora: você conhece o homem ou mulher já com beijinhos na face, sai para um rolê qualquer, normalmente no fim da jornada já “fica” que significa transa, se foi legal voltam a se encontrar como namorados, e aí continuam transando de boa. E se tiverem afim, com algum tempo combinam juntar os panos de bunda, e passam a morar juntos, até que os tesões acabem e os separem. Essa liberalidade é uma maravilha quando não existe engravidamentos, pois, quando isso acontece, torna-se um “Fodevour de Cartulier”, pois complica tudo e a criança sempre é sacrificada, e um dos dois tem que ficar com a batata quente na mão, complicando o desenvolvimento de sua vida. Esse fato, infelizmente, acontece bastante, sempre sobrando na bunda dos pais, ou da pobre mãe, que também foi sofredora desse terrível ritual de “mãe solo na juventude!”

Temos que admitir que a cerimônia do casamento é bonita e, normalmente, quando não é somente por interesses financeiros e sociais, sente-se no ar um bonito clima de amor e felicidade nos nubentes e seus familiares. Mas, além dos putos custos, não vale mais a pena, você querer que seus filhos se casem com festividades, gastar uma nota preta, pois, conforme as estatísticas, os divórcios estão acontecendo, muitas vezes com menos de dois anos de união!

Como sou da antiga, meu casamento teve as porras todas, festa na véspera com a cerimônia do Civil, e festa de arromba no dia seguinte com o ato religioso na Igreja. Depois uma Lua de Mel de 45 dias, saindo de carro de Itabuna indo para Minas, Rio de Janeiro, S. Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Uruguai e Argentina, Rodamos 11.500 Quilômetros!

Celebrações pra ninguém botar defeito. Mas, tem um detalhe importante como compensação, foi que vivemos juntos 50 anos, somente quando fizemos Bodas de Ouro, filhos criados e adultos, resolvemos nos divorciar para que cada um cuidasse da sua velhice, sem que um encha o saco o outro. Mesmo separados somos ótimos amigos, e moramos há 100 metros de distância e nos vemos sempre e até saímos e jantamos juntos eventualmente. Coisa rara, mas, acontece. Isso chama-se civilidade!

Pense e reflita, se deve casar ou morar juntos. Eis a questão!

*Escritor, Historiador, Cronista, Poeta e um dos Membros fundadores da Academia Grapiúna de Letras!

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