Antonio Nunes de Souza*
Slogan
dos Hippes. E exatamente ao contrário que o débil mental Trump fez e faz: Fez
sexo condenado e proibido quando jovem e meia idade, e agora faz guerras
absurdas e descabidas, inquietando e sacrificando o sossegado mundo!
Mediante
as assustadoras situações que estamos enfrentando, através de viroses, crimes,
guerras e bandalheiras bancárias e políticas, além de provocar a alta abusiva
do petróleo. Então...para alegrar um pouco nossas pobres e sofridas mentes,
nada melhor que falar de sexo que, seguramente, na hora que é praticado,
esquecemos de todos esses problemas, somente ficamos voltados ao “choquinho
mágico”, que é o maior dos prazeres que conhecemos, perdendo apenas para a
satisfação, quando mamávamos ainda crianças em nossas queridas mães!
Se
é uma coisa boa, desejada com avidez, necessária para acalmar e aliviar
tensões, por que razão, ainda não tem uma liberação total sem preconceitos e
condenações? Completamente inconcebível, ainda existir uma gama de pessoas
preconceituosas sobre esse ato maravilhoso, onde, geralmente, ambas as partes
são agraciados com prazeres deslumbrantes e satisfatórios!
A
profissão considerada como uma das mais antiga do mundo, todos sabemos,
tranquilamente, que é a prostituição. Até no tempo de Jesus, foi colocada com
destaque a “Maria Madalena”, uma das percussoras. Elas sempre demonstraram
grande poderio, fabulosas distribuidoras de carinhos e luxurias, sensações e
prazeres, sempre perfumadas, arrumadas e cheias de charmes e seduções. Tanto
que, muitas conseguiram, e até hoje conseguem, desfazer casamentos, se
transformando em esposas e mães. Algumas chegando ao ponto de conseguirem
chegar a primeiras damas em alguns países, e se infiltrarem até politicamente,
enganando religiosamente o povo pelas suas belezas. São umas “periguetes”
expertíssimas!
Então,
por que um ato tão maravilhoso, que todos adoram, bom para a saúde e necessário
fisiologicamente, a hipócrita sociedade ainda condena sorrateiramente?
Sendo
mais ridículo que a censura abusiva, é que todo mundo pratica às escondidas e,
vergonhosamente, se fazem de puritanos e puritanas. Digo puritanas, porque quem
mais condena a liberação total são as mulheres. Suponho até que as mais
veemente, são as que mais transam às escondidas, e já transavam desde mocinhas
com seus namorados. E, cinicamente, dizem para as filhas: “no meu tempo era
diferente. Eu dei o primeiro beijo na boca depois que fiquei noiva!” Uma
mentira deslavada, pois, com certeza, o popular hímen, com três meses de namoro,
a virgindade já tinha se evaporado num momento de prazer!
Temos
que reconhecer, que está muito mais aberta essa janela, sendo mais pela falta
de atenção dos pais, deixando as filhas soltas, se preocupando mais com os
problemas financeiros de subsistência e enriquecimento. E as liberdades nos
colégios, faculdades, redes de Net, e a montanha de garanhões que não perdem
tempo. Atualmente, se não quiser dar no máximo na terceira saída, o namoro
termina. E já sabendo disso, até as mais resistentes terminam cedendo, não só
pela insistência, como também o desejo íntimo. As mais fogosas e seguras de si,
transam já na primeira noite, e apenas dizem que “ficou de boa”!
Sempre
escrevo sobre esse gostoso e salutar assunto, pois, não desejo que as mulheres
se privem, vivam oprimidas, cheias de desejos, e sofram com essa abstinência
punitiva, por serem condenadas severamente, exatamente por uma sociedade cheia
de falsa moral e hipocrisia!
Sejamos
mais sensatos e coerentes, reconhecendo que as mulheres devem ter liberdades de
ter relações sexuais, independente de idades, religiosidades, cores ou classe
social. É tão descabida essa repressão odiosa que, na vertente religiosa
evangélica, além de não transarem (só as escondidas), ainda usam roupas
ridículas com saias nos calcanhares e blusas de mangas, como se esse
comportamento as levarão todas para o céu, Isso é o absurdo da cegueira e falta
de cultura, pois, o que poderá lhe levar ao paraíso desconhecido e inexistente,
é você ser boa, solidária, humana, honesta e cumprir suas obrigações. Ou seja: “seus
bons atos praticados durante a vida”. E o ato sexual, em nenhuma hipótese é
pecado. Nem tão pouco ficar repetindo as ladainhas: Fique com Jesus – Jesus lhe
ilumine – Quem me deu foi Jesus – Jesus está no comando – agradeço ao senhor
Jesus – em nome de Jesus, e um bocado de outros chavões. Jesus, segundo criaram
sua história, foi um homem revolucionário que lutou pelo povo até a morte,
acontecida quando começou a incomodar a ditadura do Império Romano. Se você tem
fé, acredita piamente na história, então guarde Ele em seu coração, não precisa
você desejar que Jesus proteja ninguém, porque Ele está eternamente protegendo
todos, que Deus lhe ilumine, pois, Ele está em todos os lugares iluminando
normalmente, nem jesus nem Deus são chicletes, para ficar ridiculamente nas
bocas. Pensem e reflitam, que esse tolo hábito que lhes implantaram, não tem
sentido, ou lógica, inclusive soa muitíssimo falso. Deus, segundo dizem, é
onipresente e está em todos os lugares, protegendo com carinho todos os seres
vivos, Coisa que comprovadamente não faz, Só existe nas cabeças dos
subservientes fiéis!
Finalizei
com explanações veementes sobre a religiosidade, principalmente evangélica,
pois, sem nenhuma dúvida, é uma das maiores repressoras do sexo e de todos os
lazeres da vida. A católica com o absurdo dos votos de castidades das freiras e
padres (única religião que seus ministros não podem casar), e a evangélica que
os pastores amedrontam seus fiéis, e prometem uma vaga no céu, recebendo em
troca seus belos dízimos e grandes Pixs, que os deixam ricos e bilionários, se
aproveitando dos enganados fiéis e cegos seguidores!
Aconselho
que todos transem bem aqui na terra, com cuidado e alegria, pois, segundo o que
meu querido e sábio avô veio me dizer lá do fictício outro mundo, que lá em cima
não se transa e é até proibido masturbação. E quem desobedecer, vai direto para
o suposto inferno, onde as leis são bem piores e passivos de castrações!
*Escritor,
Historiador, Cronista, Poeta e um dos Membros fundadores da Academia Grapiúna
de Letras!
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