quarta-feira, 25 de setembro de 2024

COMO O SEXO PODE MUDAR COMPORTAMENTOS! ((Clique e leia))

Antonio Nunes de Souza*

Tudo começou, exatamente, quando compramos um belíssimo apartamento em um condomínio de luxo, depois de muita luta e grandes sacrifícios. Providenciei a mudança, uma trabalheira da zorra, pois, meu marido o Fernando é devagar quase parando, e eu tenho que tomar a frente de tudo, senão as coisas não andam. O caminhão baú chegou, foram descarregando e colocando as coisas nos lugares que eu indicava e, com três horas nessa operação, incrivelmente, meu novo apartamento estava arrumadíssimo, pronto para morarmos, apenas faltando pequenos detalhes. Meu marido Fernando até se assustou quando chegou do trabalho, mas, adorou por não ter nada o que fazer, em termos de pegar pesos com móveis para colocar nas posições!

Mas, como nem tudo sempre sai do nosso agrado, mesmo tendo salão de festas no primeiro andar, minha vizinha resolveu fazer a comemoração do aniversário do seu filho no apartamento e, sem nenhuma preocupação, estourava nossos ouvidos noite a dentro com centenas de decibéis e músicas dançantes, como Funk, Rock, Axé, etc.!

Como já disse, meu marido Fernando não liga nada e, tranquilamente, dormia a sono solto, que parecia que era surdo. Mas, eu não conseguia dormir e estava “puta” da vida com vontade de ir lá reclamar. Porém, como era meu primeiro dia como moradora, não quis dar a impressão que era complicada ou barraqueira. Preferi deixar para o dia seguinte, conhecer a vizinha e, consequentemente, falar calmamente que não consegui dormir, para que ela sentisse que incomodou pra caralho seus novos vizinhos!

E fiz exatamente como pensei. Lá pelas nove horas, inventei um motivo para pedir algo a ela ou me apresentar. Toquei a campainha, uma mulher ainda jovem como eu, apareceu dando um bom dia, com uma cara de ressaca retada. Eu falei: Meu nome é Mara e sou a sua nova vizinha do apartamento ao lado, e estou aqui para conhece-la, colocando-me a sua disposição. Ela sonolenta, talvez chateada por ter sido acordada naquela hora, apenas disse: Muito prazer, também estou as suas ordens, meu nome é Renata, e depois conversaremos melhor,  e foi fechando a porta em minha cara, com grande falta de educação. Voltei puta vida, mas, depois vi que quem fez farra a noite inteira, devia estar mesmo retada por ser acordada tão cedo!

Mas, o tempo foi passando e fui vendo que ela não dava a mínima para ninguém, nunca me fez uma visita, recusou umas duas que fiz, e passamos a ser duas “inimigas íntimas”, já que sempre tínhamos um discursão por alguma coisa que ela ou eu fazia que uma desagradava a outra, chegando ao ponto de com um ano, já termos ido a grandes ofensas, sendo que uma das vezes chegamos a nos agarrar, sendo apartadas pelos outros vizinhos. Nossos maridos pareciam irmãos nas naturezas, pois, nada faziam para melhorar, apenas nos pediam calma. Mas, a rusga continuava severa!

Como Fernando até na cama era uma merda, eu sempre arranjava secretamente uma aventura amorosa, mas, sem nenhuma vontade de me separar e nem de ter filhos por enquanto. E com essas gostosas aventuras sexuais, um belo dia, indo a um motel com um “crush” lindo, a entrada do motel era fila dupla e, coincidentemente, para ao meu lado um carro com Mara e quem dirigia não era seu marido o Mendonça. Tanto ela como eu tentamos nos esconder, porém, já era tarde. Nos cumprimentamos e ela disse: A noite não deixe de ir lá no meu apartamento para conversarmos. Respondi que sim, mas, preocupada que esse encontro desse em merda,

Juro que foi uma foda sem graça, mas, uma foda mesmo sem graça, nunca deixa de ser gostosa. Voltei para casa, as 17 horas, pois, Fernando chega às 18:30. Tomei um bom banho, cheia de expectativas e meio nervosa, pois Mara era meio estabanada e poderia querer me esculhambar perante o pessoal do edifício, e com meu marido. Mas, eu me preparei para responder com a mesma moeda,

Logo depois do jantar, fui direto no apartamento dela, sem nada falar com Fernando, pois, logicamente, ele estranharia tal atitude, já que éramos inimigas mortais. Chegando, ela me recebeu muito bem, Mendonça estava viajando, os filhos no quarto, e ela foi logo falando: Vamos fazer um pacto de paz e de segredo das nossas vidas paralelas. Não adianta uma acusar a outra, pois ambas estão erradas e os prejuízos serão piores que os lucros. Eu para me resguardar, tirei umas fotos suas. E eu respondi na hora:  O mesmo eu fiz com você, inclusive da placa do seu carro também. E ao dizer isso ela caiu na gargalhada e eu também. E aí, a partir desse dia, ficamos, milagrosamente, para todos do edifício, assim como para nossos queridos maridos, tão amigas, que quando ficamos os quatro juntos num jantar que ofereci, eles encheram o peito e falaram que graças aos conselhos deles, tudo tinha se transformado num ambiente de paz. Não sabendo eles que eram grandes cornos, e que na verdade foi o sexo extra conjugal, o responsável por acabar com o grande e desagradável litígio!

Portanto, abra os olhos quando ver sua mulher com muita amizade com outra e cheia de segredinhos, pois, existe possibilidades, que seja um caso tipo esse de Mara e Renata!

Os homens são terríveis, mas, tem mulheres que você derrama um frasco de éter na altura de meio metro, e ela pega no ar e faz várias tranças antes que evapore!

*Escritor, Historiador, Poeta, e um dos membros fundadores da Academia Grapiúna de Letras!


FOGO FLORESTAL E SEXUAL! (Clique e leia)

Antonio Nunes de Souza*

Atravessando como todos sabemos, uma tenebrosa situação com relação aos incêndios que estão ocorrendo em nosso país, mais precisamente em nossas florestas, pantanal e serrado. Como também temos conhecimento das preocupações do governo, que tem organizado brigadas enormes, e cientistas das áreas responsáveis, pelas nossas lindas e eficientes florestas!

Assim sendo, foram escaladas várias equipes de biólogos, engenheiros florestais e outros especialistas do meio ambiente, para que fosse feito um levantamento nacional preciso, com relação aos tamanhos exatos das áreas destruídas. E eu, como motorista do IBAMA, fui designado para acompanhar nas inspeções, uma bióloga franco/brasileira de fama internacional!

Ela chegou, no dia anterior, hospedou-se no melhor hotel de Manaus, telefonou para o diretor do IBAMA solicitando que mandasse um bom carro e um ótimo motorista, apanha-la as sete horas, para sua primeira vistoria florestal, onde ainda existiam dezenas de focos incendiários se alastrando. Fui avisado e, pela manhã, coloquei a minha roupa especial contra incêndio, peguei uma sacola de roupas, pois não sabia se voltaria no mesmo dia e, meio preocupado, segui para apanhar a Dra. Rose Marrie Mendes de Boudoir. Ela já estava a minha espera, vestindo um macacão especial de tecido com amianto (a prova de fogo), chapéu daqueles de engenheiro, grandes óculos escuros, que parecia mais um espantalho que uma cientista. Me apresentei, entramos no carro e seguimos para onde o seu GPS indicava ser o lugar ideal, para a primeira observação florestal!

Chegamos ao local desejado por ela, que saltou e mandou que eu esperasse no carro, enquanto ela faria seus estudos preliminares. Obedeci, acendi um cigarro e comecei a olhar para os fechados matagais nas laterais da estrada, imaginando se aquela mulher iria resolver zorra alguma. Ela sumiu de vista, fiquei preocupado que se perdesse, mas, como estava com o GPS, seria simples me localizar. E foi o que ela fez duas horas depois. Voltamos, ela de poucas palavras e eu no meu lugar de motorista, também nada falava, somente obedecendo suas ordens!

E isso tornou-se uma rotina, todos os dias buscando-a com seu macacão enorme, botas e o chapéu de engenheiro, além de uns óculos escuros enormes e antiquados. Já tinham se passados nove dias, até que ela na volta, sem nem olhar pra mim, disse: como amanhã vou descansar, gostaria de hoje à noite você me mostrasse o que se faz aqui em Manaus aos sábados. Falei apenas: Sim senhora, e que horas devo vir?

-Venha as 20:30, pois, pretendo voltar cedo!

 Fui para casa, fiz a barba, fui descansar um pouco, depois tomei um bom banho, me vesti meio à vontade e, na hora marcada eu lá cheguei, mas, ela não estava na porta esperando-me como combinamos. Aí, uma mulher lindíssima e sarada, aproximou-se do carro, e eu, prontamente disse: Senhora esse carro não é táxi, pertence ao IBAMA. Ela deu um sorriso largo e disse: Eu sou a Dra. Rose Marrie, não está me reconhecendo?

-Sinceramente que não. Pois, a senhora sempre estava com aqueles horrorosos macacões, chapéu, óculos, etc., que eu nem conseguia ver bem suas feições. Ela deu um riso, entrou no carro e fomos com o destino sem destino, para apresentar-lhe o que é que a Amazonas tem!

Em princípio dei umas voltas pela cidade, mostrei nossa velha e bonita arquitetura, parei na frete do famoso teatro, que é nosso orgulho. Ela então falou que queria comer uma comida típica bem saborosa. Eu me dirigi ao melhor restaurante desse gênero, para que ela e eu também, deliciássemos algo maravilhoso. Entramos, nos sentamos e logo fomos atendidos. Escolhemos os pratos e passamos a tomar uma mistura, tipo caipirinha, mas, com bastante pó de guaraná, com o gosto de refrigerante, porém, com forte toque bem alcoólico. Chegaram as iguarias, comemos deliciosamente, ela pediu um licor para nós, e logo em seguida, pagou a conta e saímos em direção ao hotel. No caminho ela disse estar se sentindo tonta e enjoada, porém, não pelas bebidas, mas, pela fumaça que invadia a cidade, polindo o ar substancialmente, mesmo com os vidros do carro fechados. Chegando no hotel, ela solicitou que eu a acompanhasse, pois, sentia-se meio desequilibrada. Lógico que a atendi imediatamente, e chegando na recepção eu falei se ela não queria ir a um médico, mas ela disse que não era necessário.

Porém, ao chegar à porta do seu quarto, ela desmaiou, eu a segurei fortemente, ela ainda segurou em meu pescoço. Abri o quarto e a carreguei até a cama colocando-a. Ela deu um gemido meio fraco e falou: pegue um copo de água, por favor. Eu fui até o frigobar,  peguei o copo e a água, e quando voltei ela estava dormindo com os vestido encolhido pelos seus movimentos deixando aparecer tudo do umbigo para baixo e, curiosamente ela não usava calcinha, consequentemente, mostrava sua linda xoxota, com umas penugens douradas altamente convidativa. Mesmo estando numa situação complicada, não deixei de me excitar bastante que, num ato de loucura absurda, abri a braguilha, tirei meu pau já duríssimo e deitei-me em cima de Rose, com carinho, comecei a introduzi-lo lentamente, e quase que imediatamente gozei. Foi quando ela pela meu tremor, abriu os olhos, e eu espantado e preocupado com a loucura que fiz. Ela deu um sorriso e me disse, não se preocupe não, pois, eu fiz a dramatização da doença, porque gostei de você e, pelo visto é tímido, e não me deu a mínima atenção, sendo apenas um bom e sério motorista. Aí armei essa farsa para lhe pegar de jeito, e agora que está esclarecido, como pagamento da sua ousadia, venha deitar e dormir comigo. Senti o maior alívio, pela loucura que fiz, mas, depois de ouvi-la, apenas tirei a roupa, me deitei e, logicamente, começamos uma sessão de sacanagens deliciosa, ela gulosamente me fez um boquete que me fez retorcer nos estertores do gozo, paguei com a mesma moeda, deixando-a chiando e tremulando com orgasmos múltiplos. Ainda com o pau duríssimo ela, meigamente, pediu que eu fizesse o sexo anal que ela adorava. Não esperei ela pedir outra vez e, ainda com o membro lubrificado pela esperma, fui introduzindo lentamente, ela se masturbando e ao mexer, meu pau desapareceu dentro do seu anus cor de rosa como seu nome, sentindo aquele aperto quentinho, provocando um prazer deslumbrante naquela branquinha e sedutora bunda. O mais gostoso é que desta feita gozamos os dois na mesma hora, fazendo até a cama tremer de emoção, como se estivesse batendo palmas pelos nossos desempenhos. Caímos de lado na cama e eu pensei: “Essa mulher com esse fogo na boceta vai é acabar de queimar a floresta amazônica!”

Dessa noite em diante, passamos a foder não só à noite, como também as vezes durante o dia dentro das matas e no banco do carro, pois, a francesa/brasileira com seus 38 anos, adorava uma boa sacanagem, fosse que hora fosse. E eu, com meus 28 anos estava sempre disposto, e duas ou três seguidas eu tirava de letra sem fazer esforço!

Uma pena que toda essa deliciosa pesquisa, apenas demorou um mês. Ela voltou para Brasília e, infelizmente, nunca mais apareceu!

Não fiquei nem sabendo quantos focos de incêndios ela encontrou, e nem a quantidade de hectares queimadas, apenas tenho uma boa lembrança, que tivemos uns trinta focos de putaria, nesse gostoso, adorável e inesquecível período!

Os incêndios foram e são ruins, mas, algumas vezes, proporcionam momentos quentes que são maravilhosos!

*Escritor, Historiador, Cronista, Poeta e um dos membros fundadores da Academia Grapiúna de Letras!


terça-feira, 24 de setembro de 2024

NEGRA FORMOSA! (Clique e leia)

Antonio Nunes de Souza*

Preta como as penas da graúna, bela, sedutora e sensual, sambava na roda, requebrando com as cadeiras lindas e bem torneadas, seu sensual jeito faceiro, gestos estudados e hábitos herdados dos seus antepassados africanos, tudo isso fazia com que estivéssemos todos embevecidos, e de bocas abertas, sem contar as excitações, provocadas pelas cadências dos seus passos, milimetricamente, dentro daquele ritmo gostoso do maravilhoso samba de roda!

Essa era a Maria Tereza, Terezinha de dona Zefa, a parteira do pobre bairro que, pelos seus moradores, parecia ser mais uma comunidade negra que um reduto urbano de Salvador!

Mas, como sabemos todos, a Bahia pelas graças de Deus, foi abençoada em receber uma enorme leva de escravos, que pelos seus trabalhos, coragem e sangue guerreiro que corriam e correm em suas veias, praticamente construíram uma grande parte de nosso Estado e, gostosamente, nos presentearam com as mais deliciosas iguarias, excitantes danças, trejeitos, sensualidade, e não podemos negar, um pouco de safadeza gostosa com suas liberdades sexuais, nada exageradas, porém, cultuadas com muito carinho e menos hipocrisias!

A enorme roda de samba alimentada por atabaques, pandeiros, violas, violões, berimbaus e cuícas, era simplesmente uma tentação para que todos, batendo palmas e cantando os refrões, sacudissem seus corpos e, eventualmente, entrassem no meio para dar os seus passinhos, mostrando que a nossa tradição é de alegria, encanto e felicidade, herdados tudo isso desse povo nobre e encantador vindo da África!

As barracas armadas para esse festejo vendiam cervejas, capetas, refrigerantes e, logicamente, as caipirinhas e cachacinhas puras para ampliar as animações, despertar os corpos e espíritos, e animar mais ainda o que já era um verdadeiro e maravilhoso samba de roda, mais conhecido no passado como: “festa de largo”!

Todos esses hábitos e costumes, herdamos dessa etnia valorosa e importante, que mesmo não sendo das suas vontades, para aqui foram trazidos, maltratados, humilhados e castigados, suplantaram todos esses sofrimentos, enfrentaram e enfrentam uma discriminação nada velada, apenas tolerada em função das famas e das riquezas e, orgulhosamente, estão mostrando ao mundo que são iguais a todos, faltando apenas as mesmas oportunidades!

Tomando minha cerveja diretamente na latinha, olhava com gulodice para a atraente e empinada bunda de Terezinha de dona Zefa, pedindo a Deus que, naquela noite, eu fosse o contemplado com as suas valorosas carícias no fim da festa, indo para uma pensão modesta do bairro, e recitar uns versos que espelham o retrato fiel da nossa querida Bahia:

“Camas de lonas ringindo

Corpos suados entrelaçados

Bahia de todos os Santos

Bahia de todos os pecados!”

*Escritor, Historiador, Cronista, poeta e um dos membros fundadores da Academia Grapiúna de Letras!


segunda-feira, 23 de setembro de 2024

A BALA ABALA? (Clique e leia)

 


Antonio Nunes de Souza*

E como abala!

Nas circunstâncias que estamos vivendo, onde em cada grupo de cinco mil pessoas, pelo menos uma ou duas já foram vítimas das potentes e mortais, consideradas “perdidas”, que para mim são verdadeiramente “achadas”, tendo em vista que quando saímos não estamos a procura de projéteis perdidos, e sim para cumprir nossas obrigações no trabalho, colégio, lazer, etc., mas, terminamos achando-as nos lugares mais absurdos, e em plena luz do dia!

Quando esse fato ocorre nas guerras contra marginais, com suas bem aparelhadas facções e a polícia, lamentavelmente, a possibilidade é bem maior, em função dos bandidos estarem sempre em locais bastante habitados (favelas, morros, etc.) e não tem hora para, surpreendentemente, enfrentarem os policiais de igual para igual, ou até mais bem equipados. Nesses casos devemos lamentar as fatalidades, porém, reconhecer que trata-se de uma tentativa da lei em restringir a bandidagem, para que a segurança seja ideal para o povo. Sabemos todos que nas guerras (mesmo urbanas), infelizmente, inocentes saem feridos ou mortos. Claro que isso não é um consolo de modo algum, mas, devemos encarar como fatalidades, e não como imprudências e culpas exacerbadas dos combatentes da lei. Entretanto, temos que reconhecer que, em algumas ocasiões, homens maus preparados e desqualificados para essas funções, procedem de uma maneira torpe e condenável. Mas, são afastados e submetidos as penalidades da lenta e obsoleta justiça brasileira!

A triste realidade é que “a bala abala” toda sociedade, em alguns ou muitos casos atingindo crianças e idosos mortalmente, ou deixando sequelas irreparáveis!

Sendo pior o barbarismo e crueldade, quando canalhas bandidos e drogados, estupidamente, por um modesto aparelho celular, além de levar, ainda alvejam ou matam as pessoas sem nenhuma razão ou resistência. Esse tipo de crime não tem qualificação!

E, nesses e todos os casos, “as balas abalam” as famílias psicologicamente, mentalmente, moralmente e fisicamente, destruindo todas suas crenças, deixando-as completamente desesperadas!

Ir a rua agora transformou-se em uma aventura radical, pois, nunca sabemos o que poderá acontecer em nossa trajetória e, sinceramente, devemos fazer uma oração ao chegarmos em casa, agradecendo por ter retornado sã e salvo!

Se vocês aprenderem a votar, tenho certeza que a coisa tende a melhorar. Pois, bons dirigentes, cuidam melhor da gente!

*Escritor, Historiador, Cronista, Poeta e um dos Membros fundadores da Academia Grapiúna de Letras!

 

 

domingo, 22 de setembro de 2024

PROCURA ILUSÓRIA! (Clique e leia)


             Antonio Nunes de Souza*

 

É traumática a sua demência

Vazia de ideia, cheia de inocência

Chorando pelo que nunca aconteceu.

Andrajosa caminhas sem destino

A procura de um lindo menino

Que não nasceu, nem morreu!

 

Horas fixando o horizonte

Esperando que algum dia desponte

O querido filho desaparecido.

Na dor adormece profundamente

Por mais uma visão demente

Do que não foi concebido!

 

Do outro lado do mundo

Num silencio cruel e profundo

Ele procura a mãe inexistente.

Quisera poder reunir os dois

Pra num segundo depois

Vê-los abraçados contentes!

*Escritor, Historiador, Cronista, Poeta e um dos membros fundadores da Academia Grapiúna de Letras!


COMO PERDI ELE! (Clique e leia)

 

Antonio Nunes de Souza*

Como lembrei-me de minha adorada prima Vera, hoje me veio à mente, a estória que uma amiga chamada Jacira me contou há alguns anos, que rimos bastante pela semelhança, nas coisas que, geralmente, nos acontecem na juventude!

 -Antonio, como somos amigos quase irmãos, vou lhe contar como perdi minha virgindade.

-Rs! Rs! Rs! Rs! Imagino que foi em uma dessas noites de festas com muitas loucuras e bebidas, não foi?

- Nada disso meu amigo, perdi a minha virgindade numa férias na fazendo do meu tio em Sergipe. Ele tinha e tem dois filhos mais ou menos da minha idade na época (dezessete e dezoito anos), e eram primos maravilhosos e bonitos.

-E ao dizer ao meu sábio e querido avô que ia para fazenda passar as férias com meus primos, ele me disse sorrindo: Minha netinha tenha cuidado, pois, “quanto mais prima o pau empina”, E parece que ele tinha toda razão, pois, pelo parentesco existente, sempre relaxamos um pouco nas roupas, maneiras de sentar, nos beijos e abraços corriqueiros e, sem sentir, terminamos aceitando certas carícias, pegadas mais seguras com esfregações de desejo, que logo afloram a vontade de transar, sem nem lembrar dos parentescos existentes. E comigo não foi diferente!

-Para quem não passou por isso, sinto pena, pois é uma sensação gostosa, você fica “molhadinha” imediatamente, vindo a cabeça que o bom é ter esse escondido sexo, cheio de mistérios e com uma pessoa agradável e carinhosa. É o tal de “transar perigosamente!”

 

-Tudo isso aconteceu com meu primo Getúlio, o mais velho, que, como eu, sempre procurava uma maneira de nos encontrarmos nos lugares mais exóticos e estranhos, para gozarmos fartamente, sem medo de ser feliz, ou de acidentalmente, surgir uma gravidez inesperada. O importante era ter nossos orgasmos deliciosos, sem que os outros percebessem, e que minhas férias fossem deliciosas e cheia de agradáveis prazeres rurais Rs! Rs! Rs!

-Meu outro primo, o Fernando, era mais ligado aos estudos filosóficos, e nos deixava à vontade para nossas atuações sexuais, sempre de todas as formas e de todos os gostos. eramos um tanto inexperientes, mas, para uma boa sacanagem, tínhamos já nossos conhecimentos pelas conversas com colegas, alguns namoros mais espertos, e certas literaturas que folheávamos na biblioteca!

-Foi uma “estória” que não posso esquecer nunca, pois, encheu-me de prazer numa das minhas férias numa fazenda, novas experiências, me senti mulher com meus dezessete anos, que nunca mais foram repetidas em função de não ter tido outras oportunidades.

-Felizmente não aconteceu a indesejável “produção independente”. Curtimos um mês de esfregação e sexo, perdi meu velho cabaço, que nem senti nenhuma dor, como imaginava na mina mente. Foi tão maravilhoso que, até hoje fico espantada pelo tabu e veneração por um tolo hímen, que ainda hoje, alguns homens idiotas pensam ser importantíssimo!

-Sinceramente, eu estou dizendo que “perdi ele”, mas, na verdade, ganhei uma gostosa surra de um membro viril, duro e forte que, na maioria das vezes, chegava a ter uma moleza depois, querendo apenas dormir!

-Meu avô tinha razão: “Quanto mais prima, o pau empina!”

E como empinava o do meu priminho querido!

-São fatos que fixam na mente, como essa sua aventura, realmente bacana e inesquecível. Um dia, com mais tempo Jacira, lhe contarei a minha, com a adorável prima Vera!

*Escritor, Historiador, Cronista, Poeta e um dos membros fundadores da Academia Grapiúna de Letras!

sábado, 21 de setembro de 2024

MINHA QUERIDA PRIMA...VERA! (Clique e leia)

Antonio Nunes de Souza*       

Findando o inverno, está começando essa estação deslumbrante, maravilhosa, florida e bastante esperada, aí, estando eu sentado à beira da minha piscina, tomando um drinque e saboreando uns salgadinhos, veio à mente uma lembrança inesquecível da minha puberdade, quanto eu tinha em torno de quatorze pra quinze anos, e morava numa cidade agrícola do interior. Hoje já estou com meus bem vividos quarenta e oito anos!

Meu pai tinha uma fazenda de cacau, que lá é chamada de roça e, nas nossas férias, sempre íamos todos para lá. Todos que digo era eu, meu pai, minha mãe e as vezes minha avó ou uma tia e as vezes eu levava um colega ou amigo. Eu sou filho único e tinha uma prima já com 18 anos, que morava em Salvador, e resolveu vir passar o mês de férias conosco. Todos ficaram alegres, meu pai foi busca-la na rodoviária e, no dia seguinte, seguimos todos para roça, curtir as delícias diferentes das zonas urbanas. Minha prima Vera super entusiasmada pela nova experiência que iria ter.

Os adultos ficavam em casa cuidando das alimentações, meu pai com os trabalhadores, olhando as barcaças, etc., e eu minha prima Vera, pegávamos uns cavalos e íamos passear nos pastos, comer frutas tiradas diretamente das árvores, e depois tomar um gostoso banho numa pequena queda d’agua de uns três metros, que formava uma piscina embaixo, que nós nos deliciávamos na maior alegria. Vera era praticamente uma mulher, além de ser avantajada, era muito mais esperta que eu, menino matuto do interior. E ela sem nenhuma vergonha, me contava que já tinha tido muitos namorados, que eles pegavam seus membros e colocavam em suas coxas e ficavam pra frente e para trás e terminavam os dois gozando. Eu, sinceramente, morria de vergonha de ouvir ela dizer essas coisas com a maior naturalidade, que para mim era algo que já tinha ouvido na escola, mas, imaginava que era mentira da turma. Tomávamos banho, montávamos nos cavalos e voltávamos para casa. Eu corria para o banheiro e batia a maior punheta, pensando nas coisas que Vera me confessava com a maior simplicidade, mas, eu ficava assanhado, porém, com o maior respeito e escabreado!

Até que um dia, já no meio das férias, nós fomos tomar nosso banho diário e, como o espaço da piscina natural não era tão grande, ela começou a esfregar a bunda em mim, não sei se de propósito, eu fiquei morrendo de vergonha, porque meu pau ficou duro e não queria que ela visse e pensasse que eu era ousado. Mas, sem eu esperar, ela meteu a mão em meu calção e começou a me masturbar. Eu escabreadíssimo, nem olhava para ela que, acho que pela prática, batia numa cadência perfeita que eu logo gozei, vendo os espermatozoides boiando e morrendo afogados. Eu continuei de cabeça baixa morto de vergonha. Mas, sabe o que aconteceu? Ela, na maior tranquilidade, falou: Agora você vai fazer comigo a mesma coisa. Isso com um sorriso safado no rosto. Então...pegou a minha mão, mesmo sem tirar o maiô, afastando apenas para o lado, colocou minha mão em sua xoxota, pegou meu dedo indicador, colocou em um lugar, e mandou que eu começasse. Meio sem jeito, aí ela segurou minha mão e foi acelerando e me falando para não parar e, num gesto louco para mim, baixou a boca e começou a chupar o meu pau numa gulodice, que logo gozei novamente. E ela vendo eu tremendo, também gosou apertando minha mão com as coxas, numa pressão descomunal. Ficamos abraçados respirando, porém eu, mesmo com essa sacanagem toda, continuava inibido e não me sentindo à vontade, pois, era a primeira vez que eu tinha tido alguma intimidade sexual com uma mulher.

Como sempre, voltamos, eu sempre calado, mas, ela vinha falando que foi ótimo, que a sensação foi maravilhosa, etc., e eu apenas dava um sorriso amarelo, ainda sem me sentir à vontade!

O fato é que do dia seguinte em diante, passamos a ir direto para nossos banhos, as sacanagens foram aumentando, Vera que já tinha experiência e uma grande tendência a putaria, terminamos com relações vaginal, anal e até oral os dois ao mesmo tempo, que ela me disse que se chamava 69. Assim, passaram os dias das férias, Vera voltou para Salvador, eu para Itabuna e, não nego não, todas as tardes eu me lembrava dos nossos banhos e aí, eu ia para o banheiro e batia uma punheta pensando em minha querida “Prima Vera!

Ela foi estudar em São Paulo, por lá ficou e eu nunca mais soube notícias dela. Porém, nunca na vida a esquecerei, principalmente quando chega a verdadeira primavera!

*Escritor, Historiador, Cronista, Poeta e um dos membros fundadores da Academia Grapiúna de Letras!!