Antonio Nunes de Souza*
Essa
afirmação, que não merece nenhuma contestação, sem dúvida é de uma importância
incomensurável, para ampliar seus conhecimentos e, obviamente, lhe qualificar, abrir
portas para que seu futuro profissional seja promissor, como também cheio de
boas oportunidades financeiras, fazendo que sua desejada independência seja
mais rápida!
A
mídia bate pesado nos governos (atuais e passados), alarmando sempre que faltam
escolas, professores, estruturas logísticas, merendas, livros e uma série de
outras coisas essenciais. Porém, sem querer defender essa parte de obrigação
governamental, não é difícil encontrar milhares de colégios com vagas
disponíveis e, infelizmente, muitos pais não matriculam seus filhos,
colocando-os para trabalhar ainda na infância ou juventude e, como estudar para
os jovens é uma obrigação “chata”, preferem a liberdade de fazer suas tarefas,
normalmente de vendas diversas nas ruas, sendo que muitas vezes enveredam para
o crime, sendo entregadores ou vendedores de drogas, nos morros, favelas,
portas de colégios e em diversas comunidades!
Os
governos, como sempre, deixam a educação como terceiro plano, não fazendo
questão de educar, no sentido de manipular as massas com mais facilidades em
função do analfabetismo. Essa técnica é pública e notória há molhares de anos
e, infelizmente, sempre os novos que chegam, continuam com essa maneira
desastrosa de procedimento, que infelizmente, dá os resultados desejados pelos
falsos e corruptos políticos.
Será
que as sociedades ditas organizadas, não poderiam fazer pressões, para mudar
esse modo cruel da falta de compromisso educacional nos governos que assim
procedem?
Ou
essas sociedades são formadas por classes médias e altas, que pouco estão se
incomodando com os pobres, se eles não tem condições de educar seus filhos?
Parece-me
que essa segunda hipótese é a mais correta, sem que deseje querer acusar,
diretamente as sociedades. Mas, observando-se com atenção, lamentavelmente,
esse comportamento sem nenhuma solidariedade, existe claramente numa quantidade
absurda e gritante!
Vamos
todos, conscientemente, tentar mudar essa dinâmica grotesca, pois, se
conseguirmos aumentar a cultura educacional, preparar nossos jovens com
profissões técnicas e cursos universitários, consequentemente, faremos o país
crescer e, com certeza, apagar essa “pecha” horrível que perdura, de terceiro
mundo ou emergente!
Estudar
é preciso e importante. Faça sua parte para que todos compreendam essa
necessidade (adultos também) e optem voltar as salas de aulas sem os tolos
preconceitos de já ter passado das idades normais. Todas idades são normais
para aprendizados!
*Escritor, Historiador, Cronista, Poeta e um dos membros
fundadores da Academia Grapiúna de Letras
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