Estava deitada vendo um filme na televisão, enquanto meu marido dormia ao meu lado, quando apareceu na tela uma parada militar, que imediatamente me fez lembrar da minha juventude, que os colégios desfilavam e acho que ainda desfilam, nos importantes feriados nacionais, como 7 de setembro e 15 de novembro. E eu, nos meus quinze anos, porém, bem desenvolvida, parecia uma mulher e como praticava esportes, era malhada e bonita, fui escolhida para ser a baliza, que é aquela que divide os pelotões ou vão na frente da banda fazendo malabarismos, despertando a atenção do povo para o desfile do colégio. É como fazem as rainhas de baterias nos desfiles carnavalescos. Eu me sentia a “rainha da cocada preta, metendo inveja as outras moças e, ao mesmo tempo, despertando desejos nos rapazes!
Aconteceu que nos ensaios,
conheci um bonito rapaz de curso mais adiantado, bonito, dezesseis anos, que
tocava corneta na banda. Como ensaiávamos sempre um mês antes da data, e em
função das aulas durante o dia, nossos treinamentos de banda e desfile eram
feitos à noite, normalmente das 18 até as 20 horas. E logo nos dias começamos a
namorar, e depois do ensaio íamos para o fundo do colégio, trocávamos beijos,
abraços e algumas poucas carícias. Mas, com o decorrer do tempo, fomos
aumentando as carícias, até que uma dessas noites, ele tirou seu membro
duríssimo como a corneta que ele tocava, e, levantando minha saia, enfiou
gostosamente em minhas coxas, fazendo um movimento gostoso, massageando levemente
minha vagina, que mesmo nervosa por nunca ter feito isso, senti que estava
molhadíssima e gostando dessa nova sensação, bem melhor do que quando eu me
masturbava com os dedos. Quando ele gozou, senti aquela gosma quente escorrendo
pelas minhas pernas, afastei-me rapidamente, preocupada em não sujar o vestido.
Ele tirou um lenço e me deu para limpar o gostoso estrago, porém, infelizmente,
somente ele sentiu prazer, muito embora eu tinha adorado e imaginei logo repetir
com prazeres iguais.
Continuamos nossas boas
sacanagens, ainda mais puras que avançadas, poupando a virgindade, que na época
era sagrada. Até que uma noite ele pediu para eu virar, baixar a calcinha e
deixar ele penetrar em vez das coxas, seria nas regadas da minha linda bunda.
Claro que não me fiz de rogada, e prontamente virei, baixei a calcinha e ele
delicadamente abriu minhas nádegas, colocando seu volumoso membro, que se
aconchegou na regada, e no vai e vem, a ponta batia exatamente no meu clitóris,
que me fez enlouquecer de prazer, principalmente pelo seu quente bafo no meu
pescoço e as vezes sua língua em meus ouvidos. Gozamos de tal maneira, que
cheguei a ver passarinhos voando em volta da minha cabeça. Mas ele, sabidamente
e com a tesão juvenil, aproveitou a lubrificação da gosma do esperma, e de boa
começou a enfia-lo em meu cuzinho, fazendo eu sentir uma sensação nova e estranha,
porem gostosa, que novamente me encheu de prazer com ele me masturbando
delicadamente. Fiquei depois um pouco escabreada pela relação anal, mas, logo
passou, pois, o importante é que estávamos alegres, felizes e satisfeitos.
Chegou o dia do desfile, a maior
festa na cidade, todos com suas fardas de gala, Carlos todo imponente na banda
empunhando a sua corneta, e eu com uma linda roupa, saia curtíssima e um grande
bastão nas mãos para fazer meus ensaiados malabarismos!
Encerrado o desfile, fomos para o
colégio festejar, e como sempre fazíamos, fomos para um lugar bem escondido no
fundo, logicamente para fazer nossa deliciosa sacanagem habitual, já que
estávamos obcecados e viciados no prazer do prazer!
Só que desta feita, pela euforia
e a alegria da festa, aliadas aos nossos desejos, não medimos atitudes,
chegando no decorrer da libidinagem a inevitável penetração em minha virgem
vagina, que com gulodice, deixou entrar toda com a maior aceitação, quase
cheguei a desmaiar, pelos orgasmos múltiplos que Carlos me proporcionou!
Quando cheguei ao fim da
lembrança, sem nem prestar atenção ao fim do filme, eu estava completamente
molhadinha e desejosa. Então...olhei para o lado da cama, acordei meu querido
marido Carlos, dizendo que adoraria tê-lo naquele momento. Ele, mesmo meio
sonolento, não deixou por menos, e como no passado, fodemos até o sol raiar!
*Escritor, Historiador, Cronista,
Poeta e um dos membros fundadores da Academia Grapiúna de Letras!