Antonio Nunes de Souza*
Não espere
que eu sinta saudade,
que chore a
maldade,
Por me
deixar só.
Não espere
que eu me desespere,
enlouqueça ou desapareça.
Por me
deixar só.
Nossas horas
foram todas embora,
Muito embora
as lembranças de outrora,
Nunca me
deixarão só.
Continuo
sentindo sua presença,
somente você
é que pensa,
Que os
nossos momentos,
mesmo em
pensamentos,
Vão me
deixar só.
O que pode
você esperar,
É que um dia
eu vou me cansar,
De viver um
amor de recordação.
Vou
encontrar um de verdade,
Sua
lembrança não será nem lembrada,
Nosso caso
será apenas uma ilusão!
*Escritor, Historiador,
Cronista, Poeta e um dos membros fundadores da Academia Grapiúna de Letras!
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