quinta-feira, 23 de março de 2017

Mais um "papelão" brasileiro!

Antonio Nunes de Souza*

Quanto mais mexem no caldeirão do lava jato, as sujeiras vão aparecendo em condições tão grandes e absurdas, que deixa qualquer cristão estupefato, sem coragem de acreditar e, ao mesmo tempo, perceber que o partido dos trabalhadores, simplesmente e apenas, dava continuidade a um esquema político quase centenário que, só agora por ganância de poder e sem balas na agulha para ganhar nas urnas, os pseudos poderosos, e concretos corruptos acenderam o pavio da bomba, sem analisar que uma montanha de estilhaços, fatalmente, atingiriam seus “Bankers” protecionistas, sediados nos tribunais e ministério que comandam as leis brasileiras!
Vejam vocês que, dos 34 partidos políticos existentes em nosso país, já consta envolvimentos e denúncias de políticos de 23 partidos, além de comissionados de vários escalões. Detesto e não gosto de escrever sobre a política nacional, mas, sinto-me tão apedrejado e apunhalado pela frente e pelas costas que, eventualmente, quebro minha jura para desabafar a grande tristeza que sinto!

Está, nesse momento, na roda da ciranda da lama, as carnes podres e os grandes enxertos de “papelão”. Poderíamos dizer que parece um conto de fada, mas, na verdade, é um conto satânico e criminoso, cometido por homens doentes pelo dinheiro fácil, pouco ligando as consequências, nem o sofrimento e saúde do pobre povo!

Para fechar com assunto mais divertido, mostrando o humor do brasileiro, estive conversando com nosso cientista Andrezinho Nogueira, e ele prontamente veio com a ideia que lhe subiu a cabeça de imediato: Posso, tranquilamente, ampliar a quantidade de papelão nas carnes bovinas, suínas e de aves, sem que deixem de manter os gostos originais e, com essa dosagem acentuada, quando qualquer pessoa for a privada, cagará “ORIGAMIS” lindos e coloridos. Que poderão ser vendidos para enfeites em aniversários e festas natalinas. Serão os novos empreendedores do SEBRAE!
Dei boas risadas, eliminei parte do estresse, mas, também dei um broto esporro, mandando ele guardar suas loucas ideias!

*Escritor - Membro da Academia Grapiúna de Letras – AGRAL – antoniodaagral26@hotmail.com


terça-feira, 21 de março de 2017

Mentiras cheias de verdades!

Antonio Nunes de Souza*

 Esse título é uma verdadeira incoerência, já que não é normal você ouvir umas mentiras que são alinhavadas com verdades. Mas, por incrível que pareça, isso acontece em função dos passadores de notícias, se basearem no adágio popular “quem conta um conto, aumenta um ponto” e, assim fazendo, muitas verdades terminam sendo consideradas verdadeiras fantasias! Tudo acima é meio confuso, leia outra vez que compreenderá melhor, ou então basta apenas se lembrar que os boateiros dobram as verdade e quadruplicam as mentiras!

Estou esclarecendo tanto sobre os fatos e atos, em função da delicadeza que são merecidos, pelo envolvimento de pessoas ligadas as religiosidades. Principalmente a católica, onde a parte feminina é abastecida de freiras, irmãs de caridade, servas de Deus, etc., várias outras nomenclaturas, porém com as mesmas funções dentro da sua crença!
Dizia-se que a maioria das moras que iam para os conventos eram por promessas de mães, seguido de desilusões amorosas, filhos com “produção independente” através rápidos namoros e, em último lugar, por vocações espontâneas, convencidas pelos lindos sermões dos padres, frades, capuchinhos, grandes pregadores e com alto grau de convencimento para agregar adeptos ao catolicismo. Vejam vocês, eu mesmo, que convivi um ano num colégio dos Maristas, ajudando missa, comungando diariamente, não é que me veio a ideia de ser Irmão Marista! Imagino que merda seria minha vida, com o tal do voto de castidade!

Mas, seguindo as facetas acrescentadas pelos boateiros, diziam eles, e suponho que ainda repetem, que nos conventos os padres transam com as freiras as escondidas, existem casos de gravidez totalmente camufladas, abortos provocados e, muitas vezes, os filhos do pecado divino(?), são entregues aos orfanatos, com alegações que foram deixados na porta do convento, ou na sacristia da capela. Chegavam até, os mais acintosos, de dizer que havia conventos com cemitérios escondidos em suas áreas, para os “anjinhos abortados ou natimortos”. Eu, na minha religiosidade juvenil, ouvia todas essas “estórias” com os olhos esbugalhados, achando tudo mirabolante e, ao mesmo tempo, perdendo um pouco da minha fé nos sacerdotes aproveitadores!

Atualmente, com o desenvolvimento estrondoso da religião evangélica, deixaram as freiras um pouco de lado e, sem dó nem piedade, malham as mulheres e mocinhas que desejam ser servas de Deus, com algumas regalias, fardas de destaque e respeitos dos fiéis, talvez até salários e gratificações, são “comidas gostosamente” pelos pastores que lhe prometem uma pureza no ato, dizendo ser o caminho de chegar a Deus. Ou elas gostam da sacanagem, ou, pobremente, vão na conversa dos falsos profetas e ministros de Deus!

A verdade é que o povo não dá tréguas nas suas criações de “mentiras cheias de verdades”, suscitando dúvidas a humanidade!

*Escritor – Membro da Academia Grapiúna de Letras – AGRAL – antoniodaagral26@hotmail.com

segunda-feira, 20 de março de 2017

Tolerantes ou acomodados?

Antonio Nunes de Souza*

Até nos pequenos países, onde as dificuldades são também tão grandes como as nossas, percebe-se uma solidariedade e corporativismo mais sólido e bem agregado que, em nosso grande, vasto, importante e rico Brasil. Nos casos das suas necessidades, principalmente nas básicas alusivas a saúde, saneamentos, fome, miséria e segurança!

Pois, mesmo reconhecendo seus pequenos tamanhos, dificuldades nas soluções, falta de numerários, ou verbas disponíveis, o povo vai as ruas gritar e exigir soluções, vão, normalmente, atrás de ajudas e solidariedades dos países ricos e a OEA (Organização dos Estados Americanos). Enfim, jamais ficam com lamúrias nas esquinas, jornais, rádios e TVs, sem atentar para pressões, já que, seguramente, todos, digo todos os povos do mundo tem o direito de ter suas vidas protegidas e viverem dignamente, dentro das necessidades da raça humana!

Será que somos um povo tolerante ou um bando de acomodados?
Acomodados, ou já hipnotizados pelos nossos sagazes políticos, que incutiram em nossas cabeças que “é isso mesmo”, nós temos que aguentar, pois até poderia ser pior se não fossem suas interferências e interveniências. E nós, por acomodação, ou descaso, acreditamos nessa “farofa”, esquecendo as nossas eternas necessidades básicas, pulando atrás do trio elétrico, ou dançando um forró ou funk!

Sinceramente, com minha natureza atenta para esses problemas, jamais me cansarei de alertar nossos queridos brasileiros, principalmente os mais atingidos, pois a tal da sociedade organizada (?), pouco está se lixando com a miséria alheia. Apenas faz, eventualmente, alguma coisa e, em seguida, que cada um que se vire! Sempre vindo a tona a verborreia peculiar deles: “Eu pago meus impostos, a culpa é do governo!” Impostos todos pagam, até os garis. E todos que compram alimentos ou quaisquer objetos, são passivos de impostos. Essa desculpa podre e surrada é uma vergonha social!

Chega de tolerância e basta de acomodação. Lembrem-se do slogan velho e verdadeiro: A UNIÃO FAZ A FORÇA!

*Escritor – Membro da Academia Grapiúna de Letras – AGRAL – antoniodaagral26@hotmail.com